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Um estudo recente do FGV IBRE revela que a Inteligência Artificial Generativa já afeta cerca de 30 milhões de trabalhadores no Brasil, com impactos significativos na ocupação e renda, especialmente entre os jovens. A pesquisa destaca a reconfiguração do mercado de trabalho, com a substituição de tarefas em funções de entrada e a necessidade de adaptação profissional.

Grandes empresas de tecnologia como Microsoft e Meta estão demitindo milhares de funcionários nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que direcionam bilhões de dólares para investimentos em Inteligência Artificial, gerando um debate sobre o futuro do mercado de trabalho e a necessidade de adaptação profissional.

Um novo estudo global da Microsoft e LinkedIn revela que a alfabetização em IA se tornou o critério número um para contratações em 2026, superando a importância de diplomas em diversas áreas técnicas e administrativas.

A Meta, dona do Facebook e Instagram, anunciou o corte de 8.000 funcionários — 10% do seu quadro global — para financiar investimentos históricos em inteligência artificial que podem chegar a US$ 135 bilhões em 2026. Entenda o que essa decisão diz sobre o futuro do trabalho.

Um estudo da FGV Ibre revela que a inteligência artificial generativa está impactando significativamente o mercado de trabalho brasileiro, especialmente os jovens, com uma maior exposição à tecnologia e uma potencial redução de vagas em ocupações de entrada, enquanto uma pesquisa de Stanford corrobora essa tendência nos EUA.

Se você tem entre 18 e 29 anos e trabalha em escritório, banco ou empresa de tecnologia, preste atenção nessa notícia — ela pode estar falando diretamente sobre você. Um estudo recente da FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) revelou que a inteligência artificial já está afetando de forma concreta o mercado de trabalho dos jovens brasileiros. E não é projeção para o futuro: está acontecendo agora.

Gigantes da tecnologia como Meta e Microsoft estão avaliando cortes de até 23 mil empregos, impulsionados pelos altos custos de desenvolvimento e implementação de soluções de Inteligência Artificial. Essa movimentação acende um alerta sobre o impacto financeiro da IA nas empresas e no mercado de trabalho global.

Um novo estudo revela que a Inteligência Artificial (IA) está impactando diretamente o mercado de trabalho brasileiro, com uma redução significativa nas ofertas de emprego para jovens e a exposição de milhões de trabalhadores aos efeitos da automação. A pesquisa aponta para a urgência de requalificação profissional para enfrentar as mudanças trazidas pela IA.

Um estudo recente da FGV Ibre revela que a Inteligência Artificial já está impactando negativamente o emprego de jovens brasileiros, especialmente em setores como informação e finanças. A pesquisa aponta uma redução de quase 5% nas chances de contratação para a faixa etária de 18 a 29 anos, levantando um alerta sobre a necessidade de adaptação e novas habilidades no mercado de trabalho.

Um estudo recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) revela que a Inteligência Artificial (IA) já está impactando negativamente as chances de emprego e a renda de jovens brasileiros entre 18 e 29 anos. Setores como serviços de informação, comunicação e financeiros são os mais afetados, com uma redução de quase 5% nas oportunidades para esses profissionais.

Um novo estudo revela que, embora a Inteligência Artificial esteja impulsionando a produtividade dos trabalhadores, os salários não estão acompanhando esse crescimento. Entenda como a IA pode estar enfraquecendo o poder de negociação dos profissionais e o que isso significa para o futuro do trabalho no Brasil.

Um estudo recente da FGV/Ibre revela que a Inteligência Artificial já está impactando negativamente as chances de emprego e a renda de jovens brasileiros, especialmente aqueles em posições de entrada. A pesquisa aponta uma redução de quase 5% na chance de emprego e 7% na renda para pessoas de 18 a 29 anos em profissões mais expostas à IA.

A Inteligência Artificial está transformando a indústria musical e gerando preocupação entre estudantes e professores da renomada Berklee College of Music. A integração da IA no currículo e a ascensão de artistas gerados por algoritmos levantam questões sobre o futuro das carreiras na composição e produção musical.

Uma nova pesquisa revela que metade dos trabalhadores nos EUA já utiliza ferramentas de Inteligência Artificial em suas rotinas, transformando tarefas e criando novas oportunidades. A adoção da Inteligência Artificial no trabalho está redefinindo as funções profissionais, com impacto direto na produtividade e na necessidade de novas habilidades.

Grandes empresas de tecnologia como Microsoft, Amazon e Meta estão cortando milhares de empregos enquanto investem pesado em Inteligência Artificial, gerando incerteza sobre o futuro do trabalho e a real eficácia dessa aposta. A promessa de maior produtividade com a IA vem acompanhada de desafios e questionamentos sobre o impacto a longo prazo.

Uma pesquisa recente do Pew Research Center revela que, embora os americanos vejam a Inteligência Artificial com otimismo na área da saúde, há um ceticismo notável sobre seu impacto em empregos e educação. A adoção da IA no ambiente de trabalho está crescendo, mas a maioria dos profissionais ainda não a utiliza, e a preocupação geral com a tecnologia supera o entusiasmo.